MURAL DE RECADOS
  • quinta-feira, 19 de maio de 2016

    Babilônia - Fonte Da Religião Falsa

    "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
    João 8:32

    A RELIGIÃO MISTERIOSA da Babilônia tem sido simbolicamente descrita no último livro da Bíblia como uma mulher “vestida” de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Apocalipse l7:l-6).

    Quando a Bíblia usa linguagem simbólica, uma “mulher” pode simbolizar uma igreja. A verdadeira igreja, por exemplo, é comparada com uma noiva, uma virgem casta, uma mulher sem mácula nem ruga (Ef. 5:27; Ap. l97,8). Mas, em gritante contraste com a verdadeira igreja, a mulher do nosso texto é descrita como uma mulher impura, uma mulher envilecida, uma prostituta. Se for correto aplicar este simbolismo a um sistema eclesiástico, está claro que somente uma igreja envilecida e caída poderia ter tal significado! Em grandes letras maiúsculas, a Bíblia chama-a de “MISTÉRIO BABILÔNIA.”

    Quando João escreveu o livro de Apocalipse, a Babilônia - como uma cidade - já havia sido destruída e deixada em ruínas, como os profetas do Velho 'lestamento haviam predito (Isaías 13:19-22; Jer. Sl-52). Mas, embora a cidade de Babilônia tenha sido destruída, os conceitos religiosos e costumes que se originaram na Babilônia continuaram e foram bem representados em muitas nações do mundo. Então, qual foi a religião da antiga Babilônia? Como começou tudo isto? Que significado ela traz para os tempos modernos? Como tudo isto se encaixa com o que João escreveu no livro de Apocalipse?

    Voltando as páginas do tempo para o período um pouco antes do dilúvio, os homens começaram a migrar desde o Oriente, “e aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali” (Gn. ll:2). Foi nesta terra de Sinar que a cidade de Babilônia foi edificada e esta terra tornou-se conhecida como Babilônia ou mais tarde como Mesopotâmia.

    Aqui o Eufrates e o Tigre depositaram ricas porções de terra que podia produzir safras em abundância. Mas, havia certos problemas que o povo encarava. Uma deles era o fato que a terra era percorrida constantemente por animais selvagens que eram uma ameaça constante para a segurança e a paz dos habitantes (cf. Êxodo 23:29,30). Obviamente qualquer um que pudesse, com sucesso, fornecer proteção desses animais selvagens, receberia grande aclamação por parte do povo.

    Foi a esta altura dos acontecimentos, que um homem enorme, poderoso, chamado Nimrode, apareceu em cena. Ele se tornou poderoso, um poderoso caçador contra os animais selvagens. A Bíblia nos diz: “E Cusi gerou a Nimrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso CAÇADOR diante do Senhor" (Gn. l0:8,9).

    Aparentemente o sucesso de Nimrode como poderoso caçador fez com que ele se tornasse famoso entre aquelas pessoas primitivas. Ele se tornou “um poderoso” na terra - um líder famoso nos negócios do mundo. Ganhando este prestígio, esquematizou um melhor meio de proteção. Em lugar de combater constantemente os animais selvagens, por que não organizar as pessoas em cidades e circundá-las com paredes de proteção? Em seguida, por que não organizar estas cidades em um reino? Evidentemente este foi o pensamento de Nimrode, pois a Bíblia nos diz que ele organizou tal reino. “E o princípio do seu reino foi Babel, e Ereque, e Acade, e Calné, na terra de Sinar” (Gn. l0:lO). O reino de Nimrode é o primeiro mencionado na Bíblia.

    Sejam quais forem os melhoramentos que tenham sido feitos por Nimrode, devem ter sido bons e corretos, mas Nimrode foi um governante iníquo. O nome Nimrode vem de marad e significa, “ele se rebelou” A expressão que ele foi um poderoso “diante do Senhor pode trazer um significado hostil a palavra “diante” sendo algumas vezes utilizada como significando “contra” o Senhor. A Jewish Encyclopedia diz que Nimrode foi “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus.”

    O notável historiador Josefo escreveu: “Agora, foi Nimrode que os excitou a tal afronta e contenda contra Deus ...Ele também gradualmente mudou o governo, levando-o à tirania, não vendo qualquer outra maneira de desviar os homens do temor de Deus ... as multidões estavam muito prontas a seguir as determinações de Nimrode... e eles construíram uma torre, não medindo sofrimentos, nem sendo em nenhum grau negligentes a respeito da obra: e, por razão da multidão de mãos empregadas nela, ela cresceu, ficando muito alta ... O lugar onde eles edificaram a torre é agora chama do Babilônia.”

    Baseando suas conclusões em informações que nos tem vindo através da História, das lendas e da mitologia, Alexander Hislop tem descrito com detalhes como a religião babilônica desenvolveu-se em torno de tradições concernentes a Nimrode, sua esposa Semiramis, e seu filho Tamuz. Quando Nimrode morreu, de acordo com as antigas narrativas, seu corpo foi cortado em pedaços, queimado, e enviado a várias áreas. Práticas semelhantes são mencionadas até mesmo na Biblia (Juízes l9:29; l Samuel ll:7). Após a sua morte, que foi grandemente pranteada pelo povo da Babilônia, sua esposa Semiramis reinvindicou que ele agora era o deus-sol. Mais tarde, quando deu à luz a seu filho Tamuz reinvindicou que este filho Tamuz era seu herói Nimrode renascido. (A gravura ao lado mostra a maneira como Tamuz veio a ser representado na arte clássica.) A mãe de Tamuz havia provavelmente escutado a profecia do Messias que viria a ser nascido de uma mulher, pois esta verdade era conhecida desde os tempos mais primevos (Gn. 3:l5). Ela reinvindicou que seu filho fôra concebido de maneira sobrenatural e que era a semente prometida, o “salvador". Na religião que se originou dai, contudo, não somente o filho foi adorado, mas a mãe também passou a ser adorada!

    A maior parte do culto babilônico era levado a efeito através de símbolos misteriosos - era uma religiãode “mistérios". O bezerro de ouro, por exemplo, era um símbolo de Tamuz, filho do deus-sol. Uma vez que Nimrode era acreditado ser o deus-sol ou Baal, o fogo era considerado como sua representação terrestre. Assim sendo, como veremos, velas e fogos rituais eram acesos em sua honra. Em outras formas, Nimrode era simbolizado por imagens do sol, peixes, árvores, obeliscos e animais.

    Séculos mais tarde, Paulo deu uma descrição que se adapta perfeitamente ao que o povo da Babilônia seguiu: “Quando conheceram a Deus, não o glorificaram como Deus ... mas tornaram-se vãos em suas imaginações, e seu coração enlouquecido se obscureceu. Professando ser sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em uma IMAGEM feita à semelhança do homem corruptível, e a aves, e a bestas quadrúpedes, e coisas que se arrastam ... mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a CRIATURA mais do que ao CRIADOR ... por esta causa Deus os entregou a vis afeições.” (Rm. l:2l-26).

    Este sistema de idolatria espalhou-se da Babilônia para as nações, pois foi desta localização que os homens foram espalhados por sobre a face da terra (Gn. ll:9). Enquanto saíam da Babilônia, levavam consigo seu culto da mãe e do filho, e os vários símbolos misteriosos com ele. Heródoto, o corre-mundo e historiador da antiguidade, testemunhou a religião misteriosa e seus rituais em numerosos paises e menciona como a Babilônia foi a fonte primitiva de onde todos os sistemas de idolatria floresceram. Bunsen diz que o sistema religioso do Egito derivou-se da Asia e do “primitivo império de Babelf' Em seu notável trabalho Níníve e Seus Remanescentes. Layard declara que temos o testemunho conjunto da história sacra e profana que a idolatria originou-se na área da Babilônia - o mais antigo dos sistemas religiosos. Todos estes historiadores foram citados por Hislop.

    Quando Roma tornou-se império mundial, é fato conhecido que ela assimilou dentro do seu sistema os deuses e religiões dos vários países pagãos que dominava! Desde que a Babilônia era a fonte de paganismo desses paises, podemos ver como a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico que havia se desenvolvido e tomado várias formas e nomes diferentes nos paises para os quais foram.

    Conservando isto em mente, notamos que foi durante este tempo - quando Roma dominava o mundo - que o verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, nasceu, viveu entre os homens, morreu e ressuscitou. Ele subiu aos céus, enviou o Espírito Santo, e a igreja do Novo Testamento foi estabelecida na terra. Que dias gloriosos!

    A pessoa só tem que ler o livro de Atos para ver como Deus abençoou seu povo naqueles dias. Multidões foram acrescentadas à igreja - a verdadeira igreja. Grandes sinais e maravilhas foram realizados, enquanto Deus confirmava sua Palavra com sinais que se seguiam. O verdadeiro Cristianismo, ungido pelo Espírito Santo, varreu o mundo como um fogo na pradaria. Ele circundoú as montanhas e cruzou os oceanos. Fez reis tremerem e tiranos temerem. Foi dito daqueles cristãos primitivos que eles haviam transtornado o mundo! - tão poderosos foram sua mensagem e seu espírito.

    Antes de anos demais terem passado, contudo, os homens começaram a se estabelecer a sí mesmos como “senhores” sobre o povo de Deus no lugar do Espírito Santo. Em lugar de conquistar por meios espirituais e pela verdade - como nos dias primitivos - os homens começaram a substituir suas idéias e seus métodos.

    Tentativas de fundirem o paganismo com o cristianismo estavam sendo feitas até mesmo nos dias quando nosso Novo Testamento estava sendo escrito, pois Paulo mencionou que “o mistério da iniquidade” já estava operando, avisou que viria uma “apostasia” e alguns “deixariam a fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios” - as doutrinas camufladas dos pagãos (II Ts. 2: 3,7; I Tm. 4: 2). Pelo tempo que Judas escreveu o livro que traz seu nome, foi necessário para ele exortar o povo a “contender diligentemente pela fé que UMA VEZ foi entregue aos santos”, pois certos homens haviam se introduzido que estavam tentando substituir coisas que não eram de forma alguma parte da fé original (Judas l:3,4).

    O cristianismo ficou face a face com o paganismo babilônico nas suas várias formas as quais tinham sido estabelecidas no lmpério Romano. Os cristãos primitivos recusavam-se a ter algo a ver com seus costumes e crenças. Resultou muita perseguição. Muitos cristãos foram falsamente acusados, atirados aos leões, queimados em estacas e torturados e martirizados de outras maneiras.

    Foi quando grandes mudanças começaram a ser feitas. O imperador de Roma professou conversão ao cristianismo. Ordens imperiais sairam por todo o império que as perseguições deveriam cessar. Os bispos receberam grandes honrarias. A igreja começou a receber reconhecimento e poderes mundanos. Mas, por tudo isto um grande preço teve que ser pago! Muitos compromissos foram feitos com o paganismo. Em lugar de a igreja ser separada do mundo, ela se tornou uma parte deste sistema mundano. O imperador mostrando favor exigiu um lugar de liderança na igreja; pois no paganismo os imperadores eram tidos como deuses. Dai em diante, misturas por atacado foram feitas do paganismo com o cristianismo, especialmente em Roma. Acreditamos que as páginas que se seguem provam que foi esta mistura que produziu aquele sistema que é conhecido hoje como a Igreja Católica Romana. Não duvidamos que existissem muitos católicos excelentes, sinceros e devotos. Não é nossa intenção tratar com leviandade ou ridicularizar qualquer pessoa de cujas crenças possamos discordar. Em vez disto, desejaríamos que este livro pudesse inspirar pessoas - a despeito de sua afiliação religiosa - a abandonar as doutrinas babilônicas e seus conceitos, e buscar um retorno à fé que uma vez foi entregue aos santos.


    A Adoração da Mãe e do Filho

    Um dos exemplos mais destacados de como o paganismo babilônico tem continuado até nossos dias pode ser visto na maneira como a igreja romanista inventou a adoração a Maria para substituir a antiga adoração à deusa-mãe.



    A história da mãe e do filho foi largamente conhecida na antiga Babilônia e desenvolveu- se até ser uma adoração estabelecida. Numerosos monumentos da Babilônia mostram a deusa-mãe Semíramis com seu filho Tamuz nos braços (1) Quando o povo da Babilônia foi espalhado para as várias partes da terra, levaram consigo a adoração da mão divina e de seu filho. Isto explica porque muitas nações adoravam uma mãe e um filho – de uma forma ou de outra – séculos antes do verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, ter nascido neste mundo. Nos vários países onde este culto se espalhou, a mãe e o filho foram chamados por diferentes nomes, pois, relembramos, a linguagem foi confundida em Babel. 

       Os chineses tinham uma deusa-mãe chamada Shingmoo ou “Santa Mãe”. Ela é representada com um filho nos braços e raios de glória ao redor da cabeça (2) 

        Os antigos germanos adoravam a virgem Hertha com o filho nos braços. Os escandinavos a chamavam de Disa, que também era representada com um filho. Os etruscos chamavam-na de Nutria, e entre os druidas a Virgo-Patitura era adorada como a “Mãe de Deus”. Na Índia, era conhecida como Indrani, que também era representada com o filho nos braços. 

        A deusa-mãe era conhecida como Afrodite ou Ceres pelos gregos; Nana, pelos sumérios, e como Vênus ou Fortuna, pelos seus devotos nos velhos dias de Roma, e seu filho como Júpiter (3) Por várias eras, Ísis, a “Grande Deusa” e seu filho Iswara, têm sido adorados na Índia, onde templos foram erigidos para sua adoração. (4)

          Na Ásia, a mãe era conhecida como Cibele e o filho como Deoius. “Mas, a despeito de seu nome ou lugar”, diz um escritor, “ela foi a esposa de Baal, a virgem rainha dos céus, que ficou grávida, sem jamais ter concebido de varão”. (5)

         Quando os filhos de Israel caíram em apostasia, eles também foram enganados por esta adoração da deusa-mãe. Como lemos em Juízes 2.13: “Eles deixaram ao Senhor: e serviram a Baal e a Astarote”. Astarote ou Astarte era o nome pelo qual a deusa era conhecida pelos filhos de Israel. É penoso pensar que aqueles que haviam conhecido o verdadeiro Deus, o abandonassem e adorassem a mãe pagã. Ainda assim era exatamente o que faziam repetidamente (Juízes 10.6; 1 Samuel 7.3,4; 12.10; 1 Reis 11.5; 2 Reis 23.13). Um dos títulos pelos quais a deusa era conhecida entre eles era o de “rainha dos céus” (Jeremias 44.17-19). O profeta Jeremias repreendeu-os por adorarem, mas eles se rebelaram contra sua advertência. 

        Em Éfeso, a grande mãe era conhecida como Diana. O templo dedicado a ela, naquela cidade, dera uma das sete maravilhas do mundo antigo. Não somente em Éfeso, mas em toda a Ásia e em todo o mundo a deusa era adorada (Atos 19.27). 

        No Egito, a mãe era conhecida como Ísis e seu filho como Horus. É muito comum os monumentos religiosos do Egito mostrarem o infante Horus sentado no colo de sua mãe.

        Esta falsa adoração, tendo se espalhado da Babilônia para as diversas nações, com diferentes nomes e formas, finalmente estabeleceu- se em Roma e em todo o Império Romano. Diz um notável escritor com relação a este período: “A adoração da Grande Mãe... foi... muito popular sob o Império Romano. Inscrições provam que os dois (mãe e o filho) recebiam honras divinas... não somente na Itália e especial em Roma, mas também nas proximidades, especialmente na África, Espanha, Portugal, França, Alemanha e Bulgária”. (6)



        Foi durante esse período quando o culto da mãe divina foi muito destacado, que o Salvador, Jesus Cristo, fundou a verdadeira Igreja do Novo Testamento. Que gloriosa Igreja ela foi naqueles dias primitivos. Pelo terceiro e quarto século, contudo, o que era conhecido como a “igreja” havia, em muitas maneiras abandonado a fé original, caindo em apostasia a respeito do que os apóstolos haviam avisado. Quando essa “queda” veio, muito paganismo foi misturado com o cristianismo. Pagãos não convertidos eram tomados como professos na igreja e em numerosas ocasiões tinham a permissão de continuar muitos dos seus rituais e costumes pagãos usualmente com umas poucas reservas ou mudanças, para fazer suas crenças parecerem mais semelhantes à doutrina cristã.

        Um dos melhores exemplos de tal transferência do paganismo pode ser visto na maneira como a igreja professa permitiu que o culto da grande mãe continuasse – somente um pouquinho diferente na forma e com um novo nome. Veja você, muitos pagãos tinham sido trazidos para o cristianismo, mas tão forte era sua adoração pela deusa-mãe, que não a queriam esquecer. Líderes da igreja comprometidos viram que, se pudessem encontrar alguma semelhança no cristianismo com a adoração da deusa-mãe, poderiam aumentar consideravelmente o seu número. Mas, quem podia substituiria a grande mãe do paganismo? E claro que Maria, a mãe de Jesus, pois era a pessoa mais lógica para eles escolherem. Ora, não podiam eles permitir que as pessoas continuassem suas orações e devoções uma deusa-mãe, apenas chamando-a pelo nome de Maria, em lugar dos nomes anteriores pelos quais era conhecida? Aparentemente foi este o raciocínio empregado, pois foi exatamente o que aconteceu. Pouco a pouco, a adoração que tinha sido associada à mãe pagã foi transferida para Maria. 

        Mas a adoração a Maria não fazia parte da fé cristã original. É evidente que Maria, a mãe de Jesus, foi uma mulher excelente, dedicada e piedosa – especialmente escolhida para levar em seu ventre o corpo de nosso Salvador – mesmo assim nenhum dos apóstolos nem mesmo o próprio Jesus jamais insinuaram a idéia da adoração a Maria. Como afirma a Enciclopédia Britânica, durante os primeiros séculos da igreja, nenhuma ênfase, fosse qual fosse, era colocada sobre Maria (7) Este ponto é admitido pelaThe Catholic Encyclopedia também: “A devoção a Nossa Bendita Senhora, em última análise, deve ser olhada como uma aplicação prática da doutrina da Comunhão dos Santos. Vendo que esta doutrina não está contida, pelo menos explicitamente, nas formas primitivas do Credo dos Apóstolos, não há talvez qualquer campo para surpresa de não descobrirmos quaisquer traços do culto da Bendita Virgem nos primeiros séculos cristãos”, sendo o culto de Maria um desenvolvimento posterior. (8)

        Não foi até o tempo de Constantino – a primeira parte do quarto século – que qualquer um começou a olhar para Maria como uma deusa. Mesmo neste período, tal adoração foi combatida pela igreja, como é evidente pelas palavras de Epifânio (403 d.C.) que denunciou alguns da Trácia, Arábia, e qualquer outro lugar, por adorarem a Maria como uma deusa e oferecerem bolos em seu santuário. Ele deve ser honrada, disse ele, “mas que ninguém adore Maria”. (9) Ainda assim, dentro de apenas uns poucos anos mais, o culto a Maria foi não apenas ratificado pela que conhecemos hoje como Igreja Católica, mas tornou-se uma doutrina oficial no Concílio de Éfeso em 431.

        Em Éfeso? Foi nessa cidade que Diana tinha sido adorada como a deusa da virgindade e da fertilidade desde os tempos primitivos. (10) Dizia-se que ela representava os primitivos poderes da natureza e foi assim esculpida com muitos seios. Uma coroa em forma de torre, símbolo da torre de Babel, adornava sua cabeça.

        Quando as crenças são por séculos conservadas por um povo, elas não são facilmente esquecidas. Assim sendo, os líderes da igreja em Éfeso – quando veio a apostasia – também raciocinaram que se fosse permitido às pessoas conservarem suas idéias a respeito de uma deusa-mãe, se isto fosse misturado com o cristianismo e o nome de Maria fosse colocado no lugar, eles poderiam ganhar mais convertidos. Mas este não era o método de Deus. Quando Paulo veio para Éfeso nos dias primitivos, nenhum compromisso foi feito com o paganismo. As pessoas eram realmente convertidas e destruíram seus ídolos da deusa (Atos 19.24-27). Quão trágico que a igreja em Éfeso, em séculos posteriores, se comprometesse e adotasse uma forma de adoração da deusa-mãe, tendo o Concílio de Éfeso finalmente transformado isto em uma doutrina oficial.

         Uma posterior indicação que o culto a Maria passou a existir partindo do antigo culto à deusa-mãe, pode ser visto nos títulos que são atribuídos a ela. Maria é freqüentemente chamada “A Madona”. De acordo com Hislop, esta expressão é a tradução de um dos títulos pelos quais a deusa babilônica era conhecida. Em forma deificada, Nimrode veio a ser conhecido como Baal. O título de sua esposa, a divindade feminina, seria o equivalente a Baalti. Em Português, esta palavra significa “minha Senhora”; em Latim “Mea Domina”, e em Italiano, foi corrompida para a bem conhecida “Madonna”. (11) Entre os fenícios, a deusa-mãe era conhecida como “A Senhora do Mar” (12), e até mesmo este título é aplicado a Maria – embora não exista qualquer conexão entre Maria e o mar.

        As Escrituras tornam claro que existe apenas um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (1 Tm 2.5). Ainda assim o catolicismo romano ensina que Maria também é uma “mediadora”. As orações para ela formam uma parte muito importante do culto católico. Não existe base escriturística para esta idéia, embora este conceito não fosse estranho às idéias ligadas à deusa-mãe. Ela trazia como um dos seus títulos “Milita”, que é a “Mediatrix”, “Medianeira”, ou “Mediadora”. 

        Maria é freqüentemente chamada “rainha dos céus”. Mas Maria, a mãe de Jesus, não é a rainha dos céus. “A rainha dos céus” foi um título da deusa-mãe que foi adorada séculos antes de Maria ter ao menos nascido. Bem antes, nos dias de Jeremias, o povo estava adorando a “rainha dos céus” e praticando rituais que eram sagrados para ela. Como lemos em Jeremias 7.18-20: “Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à rainha dos céus”. 

        Um dos títulos pelos quais Ísis era conhecida era a “mãe de Deus”. Mais tarde este mesmo título foi aplicado a Maria pelos teólogos de Alexandria. Maria era, é claro, a mãe de Jesus, mas somente no sentido de sua natureza humana, sua humanidade. O significado original de “mãe de Deus” ia além disto; acrescentava uma posição glorificada à MÃE e a igreja católica da mesma maneira foi muito ensinada a pensar assim a respeito de Maria. 

        A imagem da deusa-mãe com o filho nos braços estava tão firmemente gravada na mente pagã quando vieram os dias da apostasia que, de acordo com um escritor, à antiga imagem de Ísis e do filho Horus foi finalmente aceita, não somente na opinião popular, mas, por sanção episcopal formal, foi aceita como a imagem da Virgem e do seu filho. (13) Representações de Ísis e do seu filho foram freqüentemente colocadas em uma moldura de flores. Esta prática também foi aplicada a Maria, como aqueles que têm estudado arte medieval bem sabem. 

        Astarte, a deusa fenícia da fertilidade, era associada com a lua crescente. A deusa egípcia da fertilidade, Ísis, era representada como estando de pé sobre a lua crescente com estrelas rodeando sua cabeça. (14) Nas igrejas católicas romanas por toda a Europa podem ser vistas pinturas de Maria exatamente da mesma maneira. 

        De numerosas maneiras, líderes da apostasia tentaram fazer Maria parecer semelhante às deusas do paganismo e exaltá-la a um plano divino. Uma vez que os pagãos tinham estátuas da deusa, assim também estátuas eram feitas de “Maria”. Diz-se que em alguns casos, as mesmas estátuas que tinham sido adoradas como Ísis (com seu filho) simplesmente ganharam outro nome, como de Maria e Cristo menino. Quando o cristianismo triunfou, diz um escritor, “estas pinturas e figuras tornaram-se as figuras da madona e do filho sem qualquer quebra da continuidade: nenhum arqueólogo, de fato, pode agora dizer se alguns desses objetos representam uma ou outra”. (15)

        Muitas dessas figuras renomeadas foram coroadas e adornadas com jóias – exatamente da mesma maneira das imagens das virgens hindus e egípcias. Mas Maria, a mãe de Jesus, não era rica (Lucas 2.24; Lv 12.8). De onde, então, vieram essas jóias e coroas que são vistas nestas estátuas que supostamente são dela? 

        Através de compromissos – alguns muito óbvios, outros mais ocultos – a adoração da antiga mãe continuou dentro da “igreja” da apostasia, misturada, com o nome de Maria sendo substituto dos antigos nomes. 

    Notas


    01.       Encyclopedia of Religions,vol. 2, p.398

    02.       Gross, The Heathen Religion,  p.60

    03.       Hislop, The Two Babylons, p.20

    04.       Ibid.

    05.       Bach, Strange Sects and Curious Cults, p. 12

    06.       Frazer, The Golden Bough, vol. 1, p. 356.
    07.       Encyclopedia Britannica, vol. 14, p. 309
    08.       The Catholic Encyclopedia, vol. 15. p. 459, art. “Virgin Mary”. 
    09.       Ibid., p. 460
    10.       Fausset´s Bible Encyclopedia, p. 484
    11.       Hislop, The Two Babylons, p. 20
    12.       Harper´s Bible Dictionary, p. 47
    13.       Smith, Man and His Gods, p. 216.
    14.       Kenrich, Egypt, vol. 1, p.425. Blavatisky, Isis Unveiled, p. 49. 
    15.       Weigall, The Paganism in Our Christianity, p. 129. 
    Fonte: Ralph Woodrow, Babilônia: a Religião dos Mistérios, 



    Observação:

    Na igreja da apostasia, Maria continua sendo a “Rainha do Céu e da Terra”, dentre outros muitos títulos: 

    “Pela ligação maternal a Jesus, Maria está intimamente associada à sua obra redentora, merecendo o título de Co-redentora, que inclui outros que a piedade cristã lhe atribui: Advogada, Auxiliadora, Me­dianeira… Mãe de Jesus, Maria é também Mãe do seu Corpo Místico, pelo que lhe cabe o título de Mãe da Igreja, usado por Paulo VI (21.11.1964) , título que não chegou a ser objecto de definição dogmática pelo ConcVat. II, que o julgou pressuposto na sua Ma­ter­nidade Espiritual, função que perdura na sua vida celeste como Me­dia­ção Universal a favor de todos os homens. A coroar todas as outras prer­roga­tivas, temos finalmente a sua glo­ri­fica­ção como Rainha do Céu e da Terra. (Cf. Cat. 484-507; 721-726; 963- -975)” (Enciclopédia Católica Popular – http://www.ecclesia.pt/catolicopedia )




    quarta-feira, 18 de maio de 2016

    Doutrinas Falsas

    “Partindo eu para a Macedônia, roguei-lhe que permanecesse em Éfeso para ordenar a certas pessoas que não mais ensinem doutrinas falsas, e que deixem de dar atenção a mitos e genealogias intermináveis, que causam controvérsias em vez de promoverem a obra de Deus, que é pela fé” (1Tm 1.3-4 – NVI).

    Se há doutrinas falsas, então obrigatoriamente precisa haver uma doutrina conhecida e reconhecidamente correta. Na verdade, há uma doutrina sem par e há outras doutrinas. Quando existe uma sã doutrina, é notório que existam doutrinas insanas ou que causam insanidade. A sã doutrina fortalece, enquanto as outras enfraquecem e causam enfermidade. As falsas doutrinas causam confusão, a sã doutrina, por outro lado, proporciona a certeza. De um modo geral, as falsas doutrinas se ocupam principalmente de coisas secundárias. Os falsos mestres procuram vincular as pessoas a um personagem ou à sua organização.

    “E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (At 20.30). Esta é a origem de todas as seitas e de todos os grupos de natureza sectária. Elas se baseiam em lendas, mitos, fábulas, fantasias. Além disso, trata-se também de conteúdo exotérico e de filosofias extra-bíblicas. São acréscimos humanos à Palavra de Deus. Timóteo deveria estar atento para que não fossem ensinadas “falsas doutrinas” (ver v.3-4), como também Tito foi intimado a fazer: “e não se ocupem com fábulas judaicas, nem com mandamentos de homens desviados da verdade” (Tt 1.14).

    No que se refere às genealogias, os judeus provavelmente estavam interessados em saber de que patriarca eles descendiam. No Novo Testamento, no entanto, isso não tem a menor importância. “Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tt 3.9). Em algumas seitas, como entre os Mórmons, por exemplo, a genealogia também é valorizada. O Novo Testamento, porém, não trata de descendência, mas de vocação, de fé e de conversão.

    As falsas doutrinas normalmente são agressivas e ofensivas. Elas geram discussões e brigas, e não promovem a edificação divina. Muitas vezes elas giram em torno de algumas ênfases que são transformadas em itens principais. Fica difícil conversar sobre outros assuntos com essas pessoas. Podem ser as questões quanto ao sábado, a doutrina sobre a perda da salvação ou sobre Israel; também se incluem temas como alimentos ou outras regras do legalismo.

    “Alguns se desviaram dessas coisas, voltando-se para discussões inúteis” (1Tm 1.6 – NVI). Os falsos mestres sempre se portam de modo presunçoso e prepotente, são orgulhosos, arrogantes e não aceitam ensinamentos, chegando a ignorar qualquer contra-argumento bíblico. É impossível manter um diálogo edificante com eles, sendo que normalmente o contato resulta em rusga e fofoca (ver v.6).

    “querendo ser mestres da lei, quando não compreendem nem o que dizem nem as coisas acerca das quais fazem afirmações tão categóricas. Sabemos que a lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas” (1Tm 1.7-9 – NVI).

    Uma característica típica dos falsos mestres é que eles consideram uma lei como o ponto básico, sem levar em consideração o seu cumprimento. Outra atitude típica é que eles se manifestam com muita firmeza e apresentam sua doutrina como verdadeira sem, no entanto, terem realmente compreendido a doutrina da justificação.

    Uma pessoa que tenha sido justificada através do Evangelho do Senhor Jesus não está mais sujeita a qualquer lei. As instruções do Novo Testamento atendem a todos os requisitos e o cumprimento dessas instruções é um sinal para a justiça. Nesse sentido, encontramos mais de 30 recomendações pessoais em 1Timóteo.

    A lei é boa (ver Rm 7.12) quando ela for aplicada legalmente, isto é, se ela for considerada e aplicada da maneira para qual ela realmente foi promulgada (ver Gl 2.16,21; 3.10-13,23-25; Rm 3.20). A lei...

    não pode transformar alguém numa pessoa justa;
    traz maldição;
    proporciona o reconhecimento do pecado;
    coloca limitações para a proteção;
    não provém da fé;
    conduz à fé em Jesus;
    é um mestre que orienta para Jesus;
    não foi dada como meio para a redenção, porém, conduz para a salvação.
    Nesse aspecto, a lei é boa e quem a aplica desse modo e alcança a graça de Jesus Cristo através dela, é justificado. Assim, por ter sido justificado, a lei perdeu o efeito sobre ele – ela perdeu a validade. A lei foi dada principalmente para o convencimento dos que viviam sem lei. Alguém certa vez disse: “A lei ensina três coisas: a) Nós devemos; b) Nós não temos; e c) Nós não podemos”.

    “Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina” (1Tm 1.9-10 – NVI).

    Muitas pessoas vivem de modo perverso, sem se importarem com a lei, mesmo não sendo justificadas. A intenção da lei é convencer justamente estas pessoas da sua vida em pecado. Assim, por exemplo, o vindouro Anticristo é denominado “o iníquo” (ver 2Ts 2.8).

    Rebeldes são pessoas que vivem em franca contrariedade à vontade de Deus.

    Expressões como ateu, pecador, ímpio, ou mau, descrevem tudo o que resulta de uma vida sem Deus.

    Aqueles que desrespeitam ao pai e à mãe transgridem o quinto mandamento: “Honra teu pai e tua mãe...”. Os assassinos transgridem o sexto mandamento: “Não matarás”.

    A prostituição e a pedofilia são mencionadas separadamente, pois referem-se a coisas distintas. A prostituição é qualquer relacionamento sexual mantido antes ou fora do casamento. A Bíblia fala claramente sobre a união conjugal, quando relata o encontro de Jesus com a mulher samaritana, junto ao Poço de Jacó: “ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade” (Jo 4.17-18). A mulher vivia com um homem, sem um vínculo matrimonial e Jesus não considerava isso como uma união conjugal. A denominação “pedofilia” é derivada de uma palavra do grego antigo (arsenokoites), que se refere a um homem que mantém relações sexuais com outro homem ou com garotos (ver 1Co 6.9). Por isso a Standard Version Bible inglesa traduz essa expressão por “Men who practice homosexuality” (homens que praticam homossexualismo).

    Raptos tem ligação com mercadores de escravos e sequestradores e certamente também pode ser relacionado com seitas.

    Mentiras e perjúrios são praticados por pessoas que não falam a verdade, que negam ou resistem contra a verdade, ou que destroem com a verdade.

    Tudo o que contraria a sã doutrina provoca o enfraquecimento do Corpo de Cristo e o deixa enfermo. Por um lado, não se deve pregar o legalismo e, por outro, não se deve minimizar o pecado. Paulo exorta que se evite tanto o legalismo, bem como a anarquia, ou a falta de lei.

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    quinta-feira, 28 de abril de 2016

    OS GIGANTES DE ENOQUE

    Enoque outro icônico personagem  a mencionar os Gigantes, na Bíblia existe apenas um rápido relato sobre Enoque em Gênesis 5:22 –24  quando diz: “E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.”
    Há dois aspectos extraordinários no relato de Enoque, nesses versículos, que não foram enfocados em outras gerações: as indicações do texto de que ele “andou com Deus” e o fato que, supostamente, ele não teria morrido, pois “Deus para si o tomou”.  (estudos rabínicos mais aprofundados) de sábios judeus ao longo de séculos. Onde muitos deles se incomodaram muito pelo fato que Enoque “só” vivera 365 anos, uma curta duração de vida para sua época, onde a media de vida era de 900 anos de acordo com o livro de Gênesis.
    Até é conhecido um livro escrito e atribuído como sendo de autoria de Enoque, mais que é considerado Apócrifo e não foi adicionado a Bíblia, mesmo tendo referencias claras no novo testamento ao Livro de Enoque em Hebreus e Judas.
    • Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Hebreus 11:5
    • E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;
      Judas 1:14-16
    Se na Bíblia temos apenas palavras sugestiva que necessita de maiores interpretações para se definir  a origem dos Nefilins Gigantes, com relação ao livro de Enoque já não há essa necessidade porque é deixado uma descrição clara e direta:

    LIVRO DE ENOQUE

    1E aconteceu depois que os filhos dos homens se
    multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e
    belas.
    2E quando os anjos, (3) os filhos dos céus, viram-nas,
    enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde,
    selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos
    homens, e geremos filhos.
    10Então eles tomaram esposas, cada um escolhendo por si
    mesmo; as quais eles começaram a abordar, e com as quais
    eles coabitaram, ensinando-lhes sortilégios, encantamentos,e
    a divisão de raízes e árvores.
    11E as mulheres conceberam e geraram gigantes, (7).
    12Cuja estatura era de trezentos cúbitos.( 135 metros de altura!!!)
    • Se para alguns a ideia de anjos poderem se materializar e manter relações sexuais com mulheres já parece uma ideia difícil de aceitar, um filho Nefilin semi-Deus de 135 metros altura no melhor estilo João Pé de Feijão, complica as coisas.
    Cúbito é uma medida egípcia equivalente ao côvado bíblico. É a distância do cotovelo à ponta do dedo médio. Equivale a aproximadamente 45 centímetros. 300 côvados seria o equivalente, então, a 135 metros de altura!!!
    O maior dinossauro que já viveu tinha 25 metros de altura e já era gigantesco, 135 metros, é completamente  absurdo, então qual outra teoria poderia tentar explicar essa contradição?
    Fica difícil até de imaginar como um gigante desse tamanho poderia ter morrido no diluvio 
    Piadas a parte É interessante Notar também que 300 cúbitos que é o mesmo tamanho da arca de Noé 300 Côvados onde Côvados e Cúbitos são  equivalentes  a mesma  medida.
     Genesis 6:15 – E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. 
    Pode ter acontecido um erro dos copistas antigos que se confundiram colocando o tamanho dos Gigantes igual ao Tamanho da arca de Noé;
    Outras teorias que possa tentar explicar é que foi um erro de tradução ou o tamanho do Covado era diferente para o tempo da bíblia, ou poderia até ter sido mudado de proposito com a intenção de diminuir a credibilidade do livro de Enoque porque a igreja católica primitiva não era nem um pouco fã da ideia de Anjos Caídos poderem se materializar na forma Carnal e manter relações com Mulheres gerando filhos, mais é claro que estou apenas lançando suposições não estou afirmando nada, enquanto não se consiga uma resposta definitiva  para esse erro é até bom que o Livro de Enoque continue como Apócrifo, mais não que seja algo que faça desmerecer o Livro de Enoque por completo, pois se não tivesse validade nenhuma não seria mencionado no Novo testamento em Hebreus e Judas.
    Estes (os Gigantes) devoravam tudo o que o labor dos homens 
    produzia e tornou-se impossível alimentá-los;
    13Então eles voltaram-se contra os homens, a fim de devorá-los (Nefilin Canibal);
    14E começaram a ferir pássaros, animais, répteis e peixes,
    para comer sua carne, um depois do outro, (8) e para beber
    seu sangue.
    (8) Sua carne, um depois do outro. Ou, “de uma outra carne”.
    15Então a terra reprovou os injustos.
    1Além disso, Azazyel ( nome de demônio) ensinou os homens a fazerem espadas,
    facas, escudos, armaduras e peitorais,
    a fabricação de espelhos e a manufatura de braceletes e ornamentos,
    o uso de pinturas, o embelezamento das sobrancelhas, o uso de
    todo tipo selecionado de pedras valiosas, e toda sorte de
    corantes, para que o mundo fosse alterado.
    2A impiedade foi aumentada, a fornicação multiplicada; e
    eles transgrediram e corromperam todos os seus caminhos.
    3Amazarak ensinou todos os sortilégios, e divisores de raízes:
    4Armers ensinou a solução de sortilégios;
    5Barkayal ensinou os observadores das estrelas, (9)
    (9) Observadores das estrelas. Astrólogos.
    6Akibeel ensinou sinais;
    7Tamiel ensinou astronomia;
    8E Asaradel ensinou o movimento da lua,
    Azazyel , Amazarak, Armers, etc; todos eles nome de demônios
    1Então Miguel (Jesus) e Gabriel, Radael, Suryal, e Uriel, (outros anjos)
    olharam abaixo desde os céus, e viram a quantidade de sangue que
    era derramada na terra, e toda a iniqüidade que era praticada
    sobre ela, e disseram um ao outro; Esta é a voz de seus
    clamores;
    2A terra desprovida de seus filhos tem clamado, mesmo até
    os portões do céu.
    3E agora a ti, ó Santo dos céus, as almas dos homens
    queixam-se, dizendo: Obtém justiça para conosco com o
    Altíssimo (10). Então eles disseram ao seu Senhor, o Rei: Tu
    és Senhor dos senhores, Deus dos deuses, Rei dos reis. O
    trono de Tua glória é para sempre e sempre, e para sempre
    seja Teu nome santificado e glorificado.
    5Tu viste o que Azazyel tem feito, como ele tem ensinado
    toda espécie de iniqüidade sobre a terra, e tem aberto ao
    mundo todas as coisas secretas que são feitas nos céus.
    6Samyaza também tem ensinado sortilégios, para quem Tu
    deste autoridade sobre aqueles que estão associados
    Contigo. Eles tem ido juntos às filhas dos homens, têm-se
    deitado com elas; têm-se contaminado;
    7E têm descoberto crimes a elas. (11)
    8As mulheres igualmente têm gerado gigantes.
    9Assim toda a terra tem se enchido de sangue e iniqüidade.
    10E agora, vês que as almas daqueles que estão mortos
    clamam.
    11E queixam-se até ao portão do céu.
    12Seus gemidos sobem; nem podem eles escapar da injustiça
    que é cometida na terra.
    Tu conheces todas as coisas, antes
    de elas existirem.
    13Tu conheces estas coisas, e o que tem sido feito por eles; já
    Tu não falas a nós.
    14O que, por conta destas coisas, devemos fazer contra eles?
    3Dizendo: Diz a eles em Meu nome: Esconde-te.
    4Então explicou-lhe a consumação que está preste a
    acontecer; pois toda a terra perecerá; as águas do dilúvio
    virão sobre toda a terra, e todas os que estão nela serão
    destruídos.
    5E agora, ensina-o como ele pode escapar, e como sua
    semente pode permanecer em toda a terra.
    6Novamente o Senhor disse a Rafael: Amarra a Azazyel (um dos Demônios),
    mãos e pés; lança-o na escuridão( o abismo que é o nome da prisão dos demônios);
    e abrindo o deserto que está em Dudael, lança-o nele.
    7Arremessa sobre ele pedras agudas, cobrindo-o com
    escuridão;
    8Lá ele permanecerá para sempre; cobre sua face, para que
    ele não possa ver a luz.
    9E no grande dia do julgamento lança-o ao fogo.
    10Restaura a terra, a qual os anjos corromperam; e anuncia
    vida a ela, para que Eu possa recebê-la.
    Essa passagem também é citado em Judas 1: 6
    • E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;
    12Toda a a terra tem se corrompido pelos efeitos dos
    ensinamentos de Azazyel. A ele, portanto, se atribui todo
    crime.
    13A Gabriel também o Senhor disse: Vai aos bastardos, (13)
    aos réprobos, aos filhos da fornicação; e destrói os filhos da
    fornicação, a descendência das Sentinelas ( os Gigantes Nefilins)
    de entre os homens; traga-os e excita-os uns contra os outros. Faça-os
    perecer por mútua matança; pois o prolongamento de dias
    não será deles.
    27A terra será limpa de toda corrupção, de toda punição e de
    todo sofrimento; Eu não enviarei novamente dilúvio sobre
    ela, de geração em geração para sempre.
    •  Aqui temos outra aparente contradição,  a maioria dos Relatos sobre os Gigantes na Bíblia é narrado numa época posterior ao diluvio,  existe apenas Um relato antes do Diluvio e 24 depois do diluvio; oque indicaria que os Anjos Demoníacos  continuaram a se encontrar com mulheres num período posterior ao Diluvio; mais se nessa passagem de Enoque que também é corroborada por Judas; diz que os Anjos Rebeldes foram condenados e lançados no Abismo uma prisão eterna a espera do dia do Armagedom para serem lançados no Fogo ( Fogo simboliza a Destruição), como poderiam haver gigantes Depois do Diluvio?
    • Outra possível explicação poderia ser  de que o Diluvio não teria destruído todos os Nefilins Gigantes e parte deles sobreviveram ao Diluvio, mais isso não se sustenta porque a Bíblia deixa claro quando diz:  ´´pois toda a terra perecerá; as águas do dilúvio virão sobre toda a terra, e todos os que estão nela serão destruídos.
    • Resta-nos a explicação de que Anjos Demoníacos que naquele tempo poderiam retornar ao reino celestial; Os demônios  que não foram condenados a prisão do Abismo continuaram a Gerar filhos mesmo sabendo de que tipo de julgamento terrível os outro demônios foram condenados; Sendo que não foram condenados ao Abismo Eterno dessa vez  porque a Geração dos Nefilins na geração Após o  Diluvio não foram tão Maus quanto nos tempos de Noé, os Demônios teriam implantado Nefilins menos Cruéis temendo serem punidos por Deus ( oque indicaria que os Demônios que receberam a condenação extrema do Abismo, foram punidos não simplesmente por terem se relacionaram com mulheres,  mais por ter gerado uma Descendência de Nefilins extremamente Maus sobre a terra que Matavam e praticavam todo tipo de crimes); e na época posterior ao Diluvio os Demônios que voltaram a gerar a descendência dos Nefilins provavelmente foram condenados a punições menores.
    5Então o Senhor disse-me: Enoque, escriba da retidão, vai e
    dize às Sentinelas dos céus, os quais desertaram o alto céu e
    seu santo e eterno estado, os quais foram contaminados com
    mulheres.

    Então Enoque, passando ali, disse a Azazyel: Tu não obterás
    paz. Uma grande sentença há contra ti. Ele te amarrará;
    2Socorro, misericórdia e súplica não estarão contigo por
    causa da opressão que tens ensinado;
    3E por causa de todo ato de blasfêmia, tirania e pecado que
    tens descoberto aos filhos dos homens.
    4Então partindo dele, falei a eles todos juntos;
    5E eles todos ficaram apavorados, e tremeram;
    6Abençoando-me por escrever por eles um memorial de
    súplica, para que eles pudessem obter perdão; e que eu
    fizesse um memorial de suas orações ascendendo diante do
    Deus do céu; porque eles, por si mesmos, desde então não
    15 podiam dirigir-se a Ele, nem levantar seus olhos aos céus por
    causa da infame ofensa com a qual eles foram julgados.
    1Então Uriel disse: Eis aqui os anjos que coabitaram com
    mulheres, escolheram seus líderes;
    2E sendo numerosos em aparência ou , “assumindo muitas formas
    (30) profanaram os homens e fizeram com que errassem; assim eles
    sacrificaram aos demônios como aos deuses. Pois no grande dia haverá
    um julgamento, no qual eles serão julgados,
    até que sejam consumidos; e suas
    esposas também serão julgadas, as quais levaram
    desencaminhadamente os anjos do céu para que as
    saudassem.
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