• sexta-feira, 27 de agosto de 2010

    500 Cristãos são assassinados na Nigéria

    http://www.thetimesofnigeria.com/TON/resources/images/Burnt%20body%20of%20mother%20and%20child%20in%20Jos.jpg

    Normalmente as notícias sobre a vida de cristãos perseguidos por sua fé nos países onde ainda imperam as trevas espirituais não são nada animadoras. São histórias de sofrimento, cheias de violência, de perdas e muita dor.

    JOS, Nigéria, 7 de março de 2010 (CDN) – No dia de 7 de março de 2010, no meio da noite, muçulmanos assassinaram 500 mulheres e crianças cristãs no vilarejo de Dogo Nahawa, próximo a cidade de Jos. Os muçulmanos massacraram crianças a partir de seis semanas de idade. Onde está a indignação do mundo por tal atrocidade?

    Os muçulmanos invadiram o vilarejo às 2 da manhã (horário local) e massacram os cristãos com facões. Em alguns casos, os muçulmanos mataram famílias inteiras. Destes mortos, 380 foram enterrados em um túmulo conjunto. A polícia prendeu 93 pessoas e apreenderam armas de fogo, facas e outros tipos de armas. A polícia de segurança sabia o que estava acontecendo, mas não tomou nenhuma atitude para prevenir o massacre.O reverendo Chuwang Avou, secretário geral da Christian Association of Nigeria in Plateau State, disse que os cristãos do vilarejo chamaram-no assim que os muçulmanos começaram o ataque. Ele imediatamente alertou a polícia.

    A polícia foi até o vilarejo, onde testemunharam os assassinatos, porém não fizeram nada para impedir as mortes. Quando outros cristãos de vilarejos vizinhos tentaram fazer algo para ajudar as vítimas, a polícia os interrompeu, alegando que eles não poderiam entrar no vilarejo até as 6 da manhã.

    Os muçulmanos continuaram com o massacre até as 05h30min, e então deixaram o vilarejo. O reverendo Avou disse que “os cristãos estão sob constante ameaça. Nós precisamos de assistência dos governos estrangeiros, porque nós não podemos confiar neste país. Nós perdemos a confiança na política de segurança da Nigéria… militares, especialmente o exército, estão tomando partido e escolhendo lados. Nós queremos que a Nações Unidas nos ajude.”

    Jonah John Jang, o governador do estado nigeriano onde o ataque aconteceu, confirmou a falha dos militares em interromper o ataque. De acordo com o jornal nigeriano This Day, no dia 6 de março de 2010 o governador reportou a possibilidade deste ataque para o major Maina Saleh, o comandante da força militar local. Mas, os militares falharam em tomar ações, apesar do aviso do governador. De acordo com o governador Jang, o massacre “poderia ter sido evitado, se eles tivessem agido conforme meu relatório.”

    O massacre teve o padrão de um ataque muçulmano Jihad, e não é um conflito étnico.

    Os líderes cristãos nigerianos expressaram sua indignação, pois os ataques muçulmanos foram rotulados como violência “étnica” pela mídia e pelos políticos. De acordo com os líderes cristãos, esta violência foi parte do jihad muçulmano contra as minorias cristãs no norte da Nigéria.

    Uma testemunha relatou que os muçulmanos estavam “gritando Allah Akbar (Deus é grande). Se você os escuta gritando Allah Akbar, Allah Akbar, isso significa que eles mataram alguém.” Os líderes cristãos disseram que os muçulmanos intencionam converter a todos os nigerianos para a fé muçulmana. O reverendo Avou acrescentou que “os muçulmanos treinaram grupos na Nigéria, e eles importam armas de fora do país.”

    Durante o ataque, os muçulmanos queimaram as igrejas Evangelical Church of West Africa e Church of Christ in Nigeria, além de uma igreja católica romana.

    Para mais informações sobre esta notícia ultrajante, visite persecution.org/slaughter.

     

    Para expressar sua indignação contra a falta de ação do Major do exército nigeriano sr. Maina Saleh e pedir investigação e punição dos responsáveis ou omissos, ligue ou envie um fax para a embaixada nigeriana em Brasilia:

    EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA NIGÉRIA NO BRASIL
    SEN Av das Nações Lote 05 – Brasília / DF – CEP: 70800-400
    Expediente: segunda à sexta-feira das 08:30 as 12:30 e de 13:30 as 16:30
    Telefone: (61) 3208-1700 • Fax: (61) 3322-1823 ou (61) 3226-5192

    Em Cristo – Aparecido Lopes.

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